quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Física não responde .

Resultado de imagem para toddy ou nescau   
E aí terraquios , decida aí ?


Descoberta ; Plutão pode ter água .

ROMA, 16 NOV (ANSA) - Debaixo da superfície de Plutão pode haver um oceano congelado. Os indícios foram encontrados na Sputnik Planitia, uma enorme bacia no planeta de vários quilômetros de área com formato de coração, com base em fotografias tiradas pela sonda New Horizons da Agência Espacial Norte-americana, a Nasa, em 2015.   
A notícia foi divulgada em artigos publicados pela revista científica "Nature" das Universidades norte-americanas do Arizona e da Califórnia. De acordo com a publicação, sob a superfície de Plutão, pode haver um oceano feito de gelo e de água em uma consistência viscosa. Segundo as pesquisas e estudos feitos a partir das imagens, esse oceano pode ter ajudado a modelar e mudar a estrutura do pequeno planeta, criando tensão na sua crosta e algumas rachaduras na sua superfície. Além disso, os especialistas também disseram que a imensa massa de água congelada pode ter sido responsável pela reorientação do planeta e que poderá ter essa função mais uma vez no futuro. A Sputnik Planitia também teria se deslocado com o tempo como consequência das variações no acumulo de gelo na sua bacia.   

Essas mudanças aconteceram também em parte pelas marés geradas pela lua Carante, a mais próxima de Plutão. (ANSA)
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Alienígena !

Nasa diz que imagem de alienígena na Lua é um arranhão Imagem de alienígena na lua é um arranhão, diz NasaA imagem de uma possível figura humana na superfície da Lua se tornou um viral na internet ao longo da última semana. Contrariando as teorias de que imagem revela a presença de vida fora da Terra, cientistas da Nasa revelaram nesta terça-feira que o suposto alienígena era, na verdade, um simples arranhão ou mesmo um pouco de sujeira no negativo da fotografia. As informações são do El País.
Durante esta semana, centenas de internautas ficaram intrigados com a possível presença de um homem em nosso satélite natural, pois uma sombra foi vista em uma imagem divulgada pela Nasa de uma das missões realizadas por lá, podendo ser uma prova de vida alienígena. No entanto, a Nasa revelou nesta terça-feira que o ‘suposto alienígena’ era um simples arranhão ou mesmo um pouco de sujeira no negativo da fotografia.
Após a popularidade do vídeo, o porta-voz da Nasa, Wade Sisler, negou a veracidade dessa imagem humana. Sisler explicou que os seres humanos tendem a procurar padrões e figuras humanas em objetos, o que pode explicar a semelhança com o corpo humano visualizado na sombra.
Além disso, Noah Petro, um dos cientistas envolvidos na missão Lunar Orbiter Renascença, confirmou que a melhor explicação para essa imagem é que foi um pouco de pó, um arranhão ou algum defeito no negativo.
Petro revelou que o vídeo popular mostrou uma foto tirada pela missão Apollo 15, em 1971, ou pela Apollo 17, em 1972. Desta maneira, há mais chances de gravações e filmagens apresentarem defeitos maiores do que vemos hoje dia no formato digital.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Descoberta inscrição em árabe que pode ser a mais antiga já encontrada

Sítio arqueológico em al-Hijr, na Arábia saudita. A descoberta é particularmente interessante porque as inscrições estão datadas. O período indicado corresponde aos anos 469-470 da era cristã. Foto: AFP/Fayez Nureldine Uma inscrição em árabe do século V d.C., que pode ser considerada a mais antiga já encontrada em alfabeto árabe, foi descoberta por uma missão arqueológica franco-saudita no sudoeste da Arábia Saudita, anunciou a Chancelaria francesa, que a qualificou de "grande descoberta científica".

"Cem quilômetros ao norte de Najran, na Arábia Saudita, perto do Iêmen", o francês Frédéric Imbert, especialista em escrita árabe e professor da Universidade de Aix-Marseille, "descobriu na região dos poços de Hima o que pode ser considerada como a mais antiga inscrição em alfabeto árabe" - indicou em coletiva de imprensa o porta-voz adjunto do Ministério francês das Relações Exteriores, Vincent Floréani.

Segundo o Ministério, que financia a missão, o texto está escrito em uma grafia intermediária entre o nabateu e o árabe, considerada a primeira fase da escrita árabe.

A descoberta é particularmente interessante porque as inscrições estão datadas. "O período indicado corresponde aos anos 469-470 da era cristã", acrescentou Floréani. "Trata-se da mais antiga forma de escrita árabe conhecida até agora, o elo perdido entre as escritas nabateia e árabe", explicou.

Essa "grande descoberta científica" da missão arqueológica franco-saudita de Najran é um exemplo da cooperação entre os dois países, reforçou.

Fonte : http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2014/07/31/internas_cienciaesaude,519622/descoberta-inscricao-em-arabe-que-pode-ser-a-mais-antiga-ja-encontrada.shtml

Estudante cria folha sintética capaz de produzir oxigênio

Estudante cria folha sintética capaz de produzir oxigênio, a Silk LeafSão Paulo - Uma folha biológica sintética capaz de criar oxigênio. Essa é a criação do estudante Julian Melchiorri, do Royal College of Art, no Reino Unido.


A invenção pode ser útil em viagens espaciais e ainda ajudar a melhorar a qualidade do ar na Terra.
Melchiorri desenvolveu o projeto em conjunto com a Universidade Tufts, nos Estados Unidos.
A folha, chamada de Silk Leaf, é feita com proteínas de seda, que são resistentes a viagens espaciais.
Os cloroplastos, que permitem a fotossíntese nas plantas, também fazem parte do material.
Como as folhas de uma planta natural, a Silk Leaf precisa de luz e água para liberar oxigênio.
Segundo Melchiorri, o material absorve água e CO2, e produz energia assim como as plantas naturais.
Como a luta por oxigênio no espaço é um dos principais empecilhos para a exploração espacial, a criação é uma ótima notícia.
Além de atender as demandas de respiração dos astronautas, a Silk Leaf pode ajudar os primeiros colonos de Marte.
O material também poderia ser usado em fachadas de edifícios e sistemas de ventilação no interior para gerar oxigênio.
Seria possível absorver o ar de fora da construção, que, ao passar por filtros biológicos, levaria o oxigênio para dentro dos prédios.

Fonte : Exame