quarta-feira, 3 de julho de 2013

Estudando Física: Aprenda a converter de m/s para km/h e vice-versa

Aprenda a converter de m/s para km/h e vice-versa

Aprenda a converter de m/s para km/h e vice-versa

Para aprender realizar esta conversão sem precisar ficar decorando “quando multiplica” ou “quando divide”, basta considerar a seguinte situação.
Uma pessoa que caminha 1m/s é capaz de percorrer 3600m em 1h, ou seja 1m/s = 3,6Km/h.
Valores comuns em provas que exigem a conversão de unidades

mulplique por 3,6
1 m/s3,6 Km/h
5 m/s18 Km/h
10 m/s36 Km/h
15 m/s54 Km/h
20 m/s72 Km/h
25 m/s90 Km/h
30 m/s108 Km/h
divida por 3,6

Lentes de contato dão "Super Visão"

Pesquisadores dos Estados Unidos e da Suíça estão criando lentes de contato que - uma vez combinadas com óculos especiais - podem fornecer uma visão telescópica para seus usuários.
A combinação das lentes com os óculos consegue ampliar 2,8 vezes o tamanho de uma imagem visualizada pelo usuário.
Filtros polarizadores permitem à pessoa mudar de uma visão normal para telescópica ajustando os óculos.
Esse sistema de visão telescópica foi desenvolvido para ajudar pessoas que sofrem com a cegueira provocada pela idade, mas também pode ter aplicações militares.
A degeneração macular relacionada à idade é uma das formas mais comuns de cegueira. Ela danifica a mácula, a parte do olho que lida com o detalhamento da imagem. Quando a mácula se degenera, a pessoa sofre uma perda na capacidade de reconhecer rostos e de realizar algumas tarefas, tais como dirigir e ler.
Controle preciso

As lentes de contato criadas pelos pesquisadores têm uma região central que permite a entrada de luz para uma visão normal. O elemento telescópico fica em um anel em volta da região central. Pequenos espelhos de alumínio, montados segundo um padrão específico, atuam como um aplificador que lança a luz para o anel ao menos quatro vezes antes de direcioná-la para a retina.
Durante o uso normal, a imagem ampliada é bloqueada por filtros polarizadores, e por isso não é vista. O usuário pode ligar o aparelho alterando esses filtros, posicionados no óculos, de forma que apenas a imagem ampliada é lançada sobre a retina.
Os pesquisadores Joseph Ford, da Universidade da Califórnia, e Eric Tremblay, da EPFL (Escola Politécnica Federal de Lausanne), na Suíça, construiram o sistema que filtra a luz adaptando óculos fabricados usados em televisores 3D.
Sua característica original era criar um efeito 3D ao bloquear de forma alternada as lentes esquerda e direita.
O protótipo produzido pela equipe tem oito milímetros de diâmetro, um milímetro de espessura na região central e 1,17 mm no anel ampliador.
'A parte mais difícil do projeto foi tornar as lentes 'respiráveis'', disse Tremblay à BBC. 'Se você quiser usar as lentes por mais de 30 minutos é necessário que elas permitam que o olho respire.'
Segundo ele, a lente deve permitir a entrada de gases para que a córnea não fique sem oxigênio.
'Encorajador'

A equipe de pesquisadores resolveu esse problema produzindo lentes com pequenos canais que permitem ao oxigênio fluir para o olho.
Porém, isso tornou o processo de fabricação das lentes muito mais difícil.
As versões das lentes permeáveis aos gases devem passar pelos primeiros testes clínicos em novembro, segundo ele. O objetivo é que portadores de deficiência visual consigam usar o equipamento o dia inteiro.
O projeto é uma evolução de tentativas anteriores de resolver o problema. Algumas delas envolviam implantes de lentes telescópicas e uso de óculos volumosos com estruturas de lentes de aumento.
Clara Eaglen, gerente de ações de saúde da organização RNIB, que auxilia pessoas com problemas de visão, afirmou que a pesquisa é interessante e elogiou o foco em degeneração macular.
'É encorajador que produtos inovadores como as lentes de contato telescópicas estejam sendo desenvolvidos, especialmente quando melhoram a visão que sobrou nos pacientes. Qualquer coisa que ajude a maximizar a visão funcional é muito importante, porque as pessoas com deficiência readquirem alguma independência e ficam menos isoladas.'
As lentes podem porém ser empregadas em outras áreas. Isso porque a pesquisa está sendo financiada pelo Darpa, o braço de pesquisas das Forças Armadas dos Estados Unidos.
Analistas dizem que os militares buscam na iniciativa uma forma de criar uma 'super visão' e não resolver o problema da degeneração macular.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Julius Richard Petri

Julius Richard Petri, bateriologista alemão inventor da Placa de Petri,enquanto trabalhava como assistente de Robert Koch.
Petri estudou medicina na Kaiser-Wilhelm-Academia para Médicos Militares (1871 - 1875) e recebeu o diploma de medicina em 1876. Continuou os estudos no Hospital Charité em Berlim e serviu como médico militar até 1882, continuando como reservista posteriormente.
Entre 1877 e 1879, foi designado para o Kaiserliches Gesundheitsamt (Gabinete Imperial de Saúde) em Berlim, onde se tornou assistente de Robert Koch. Seguindo o conselho de Angelina Hesse, esposa de outro assistente, Walther Hesse, o laboratório de Koch iniciou trabalhos com cultura de bactérias em placa. Petri, em seguida, inventou o prato usado nestes experimentos, chamada placa de Petri, e desenvolveu a técnica de cultura em ágar para purificar ou clonar colônias de bactérias derivadas de uma única célula. Com este avanço, foi possível identificar com rigor bactérias responsáveis ​​por certas doenças.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Incrível Essa Bateria.

São Paulo - A estudante americana Eesha Khare, 18 anos, criou uma bateria que pode ser recarregada totalmente em 20 ou 30 segundos. A invenção foi apresentada à Intel, que considerou a novidade revolucionária.
O dispositivo, uma espécie de supercapacitor, consegue armazenar uma grande quantidade de energia em uma estrutura pequena. O sistema aguenta 10 mil ciclos de recarga, o que significa 10 vezes mais potência do que a maioria das baterias recarregáveis. Não há risco de vazamento porque não há fluidos dentro dele.
Tudo isso graças à nanotecnologia. O supercapacitor consegue guardar muita energia em pouco espaço, carrega rápido e se desgasta mais devagar que baterias atuais.
Khare usou a bateria para alimentar lâmpadas de LED. Mas imagina o uso do dispositivo em celulares e em outros aparelhos alimentados por baterias que precisam de recarga constantemente.
A estudante ressalta que há muitas aplicações e vantagens para esse tipo de bateria. Ela é flexível e pode ser usada também em telas finas e em roupas.
A invenção rendeu a Khare o segundo lugar no Prêmio Jovem Cientista da Fundação Intel, na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, que aconteceu nos Estados Unidos. A garota recebeu aproximadamente 100 mil reais pela invenção. Em primeiro lugar ficou Henry Lin, que criou um modelo para simular milhares de galáxias.

Parabéns para revolução da bateria ....  se o Brasil investi -se mas teria muito cientista que pena

Acorda Brasil

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Missão Marte: Nasa pretende levar o homem até marte.

O sonho de todo nerd/geek é um dia visitar o espaço e ver de perto a imensidão do firmamento. Se depender da Nasa, esse sonho se tornará realidade dentro de pouco tempo. A Agência Espacial Norte-Americana tem como prioridade enviar o homem a Marte até a década de 2030, e pretende fomentar missões ao planeta vermelho a fim de investir ainda mais em exploração espacial. Saiu na Veja.
A boa notícia foi dada em uma conferência realizada esta semana na Universidade George Washington, pelo astronauta veterano Charles Bolden, que hoje é administrador da agência. E a Nasa já tem seus primeiros planos para concretizar a missão: pretende capturar e realocar um asteroide até 2025 e colocá-lo na órbita da Lua. O passo seguinte é enviar uma equipe de astronautas para estudar o corpo celeste.
Dois astronautas já se disponibilizaram a passar um ano na Estação Espacial Internacional (ISS) a partir de 2015, a fim de que médicos possam estudar quaisquer efeitos causados pela gravidade zero no corpo humano, incluindo pontos críticos como a visão, a massa muscular e a densidade óssea dos homens no espaço.
Apesar de o treinamento já poder ser iniciado a partir de 2015, ainda não existe um meio de transporte capaz de levar uma tripulação humana até Marte, uma vez que a viagem dura sete meses, pelo menos. Outro entrave é como trazer a tripulação de volta para casa. Ainda não se sabe como seres humanos reagiriam a radiação elevada por longos períodos, nem como se alimentariam e respirariam durante todo o tempo da missão.
Enquanto o homem estuda a possibilidade de ser enviado a Marte, os robôs já fazem um excelente trabalho por lá. Se depender da Nasa e de sua dedicação, daqui a 20 anos já teremos os primeiros seres humanos a pisar no solo do planeta vizinho. Vale lembrar que este ano, durante a Campus Party, Buzz Aldrin (astronauta que pisou na Lua ao lado de Neil Armstrong no fim da década de 60), afirmou que, em 30 anos, Marte começará a ser povoado.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Missao-Marte-Nasa-pretende-levar-o-homem-ao-planeta-vermelho-em-2030/#ixzz2SkYjjdP3
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pedras que andam e deixam rastro intrigam turistas em vale dos EUA

 
Pedras que andam e deixam rastro intrigam turistas em vale dos EUA
06 Maio 2013 por:
Horizonte MS/Foto: Creative Commons/TravOC
 
 
Um fenômeno misterioso atrai turistas a um parque na Califórnia, nos EUA. Na Racetrack Playa, em Death Valley, diversas pedras se movimentam e deixam um claro rastro no solo.
 
Uma vez no leito seco do lago, elas se movem – algumas “viajaram” por até 450 metros. Há também aquelas que se movimentam em pares, deixando dois rastros tão sincronizados que parecem ter sido feitos por um carro.
 
Segundo a Nasa (agência espacial americana), ninguém viu as pedras se movendo de fato, mas a mudança de posição e as trilhas que elas deixam têm intrigado cientistas desde os anos 1940.
 
“As explicações mais óbvias – ação de animais, gravidade ou tremores de terra—foram descartadas, deixando espaço para várias especulações ao longo dos anos”, afirma a agência em seu site.
 
Uma das teorias mais aceitas sugere que uma rara combinação de condições de chuva e vento é responsável pelo fenômeno. Segundo uma pesquisa, a chuva molha a superfície do solo, deixando-o firme, mas escorregadio, enquanto ventos fortes empurram as pedras.
 

Nasa registra fortes explosões solares

Nasa registra fortes explosões solares
A agência espacial norte-americana (Nasa), divulgou neste domingo (5), o registro de uma forte erupção solar com poderosas chamas de radiação, ocorrida na última sexta-feira. A erupção foi considerada de nível médio.
O registro foi feito pela sonda da agência especial, Observatório de Dinâmica Solar (SDO), que participa de uma missão de cinco anos ao redor do Sol para estudar as atividades da estrela de nosso Sistema Solar.
As labaredas geradas pelo evento foram classificadas como M, o que significa uma explosão média, consideradas como as mais fracas capazes de causar algum tipo de efeito meteorológico espacial perto da Terra. Porém, quando são intensas podem causar distúrbios na atmosfera do nosso planeta, podendo prejudicar equipamentos eletrônicos, como satélites, GPS, além de transformadores e linhas de transmissão de alta tensão.
De acordo com a agência espacial, o aumento de tempestades solares deverá ser bem comum neste período, isso porque o Sol se aproxima do seu pico de atividade, chamado "máximo solar", o que ocorre em ciclos de 11 anos.  O auge desse período é esperado para o fim de 2013.
Erupção com 20 vezes o diâmetro da Terra
A Nasa divulgou no começo desse ano o registro de uma erupção solar ocorrida no dia 31 de janeiro, considerada de “pequenas proporções” com uma extensão de 257 mil quilômetros e quatro horas de duração, captada pela sonda “Solar Dynamics Observatory”.
Em comparação com a Terra, que possui um diâmetro aproximado de 12 mil quilômetros, a erupção foi vinte vezes maior que nosso planeta. Na imagem pode-se observar, em escala, a dimensão do evento emcomparação com o planeta Terra.